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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Senado mexicano pede a Obama que encerre bloqueio a Cuba


O senado mexicano aprovou nesta sexta-feira (20), por unanimidade, um acordo que pede ao presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, a adotar medidas para terminar o bloqueio contra Cuba.


A proposta do parlamento mexicano sugere ao presidente americano a colocar um fim, de maneira total e absoluta, "ao erroneamente chamado embargo comercial à irmã república de Cuba".


As senadoras María de Lourdes Rojo, Yeidckol Polevnsky, Rosario Ybarra e Adriana González, que foram encarregadas de redigir a proposta votada pelo Senado, indicaram que o bloqueio imposto pelos EUA à ilha caribenha é o mais prolongado e cruel da história da humanidade.


As senadoras também disseram que o objetivo da medida, qualificada de deplorável, foi desde o princípio destruir a Revolução Cubana, mas que "após meio século essa política fracassou totalmente".


As parlamentares assinalaram que o Ponto de Acordo, de urgente e óbvia resolução, concorda com a oferta do presidente americano de fechar o campo de concentração de Guantânamo.


Explicaram também que os senadores mexicanos receberam com enorme prazer a notícia sobre a decisão de Obama de encerrar de maneira permanente tal prisão, situada na base ilegal americana de Guantânamo.


"Se encerra assim, pelo menos parcialmente, o obscuro capítulo das detenções ilegais, dos traslados em voos clandestinos noturnos, do cerceamente à defesa dos detidos e, sobretudo, da tortura", afirmaram.


"É por isso que os integrantes desse corpo parlamentar devem se unir, para exortar de maneira respeituosa, mas contundente, o presidente Barack Obama, a mostrar ao mundo seu perfil de estadista e levantar para sempre o bloqueio econômico contra Cuba", observaram.


Caso a solicitação seja cumprida, poderá ser o início de uma nova etapa, de uma renovação das relações comerciais, culturais e também diplomáticas entre as duas nações", finalizaram.


Agência Bolivariana de Notícias (ABN)

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Cinco décadas de agressões

Jean-Guy Allard
Da agencia Granma

DA mesma forma como a CIA encarregou, em janeiro de 1959, o pai do congressista Lincoln Díaz Balart da criação do primeiro grupo terrorista que tentou derrubar a Revolução Cubana, a inteligência ianque permanece com sua mesma obsessão, 50 anos depois, orientando milionárias operações de desestabilização sob a cobertura de sua desprestigiada agência de ajuda humanitária, a Usaid.

Homem de confiança da inteligência norte-americana na cúpula do regime sanguinário de Fulgencio Batista, Rafael Díaz-Balart criou sua organização com a assessoria de um time de assassinos célebres da ditadura.

Essa primeira de uma interminável sucessão de "iniciativas" da CIA para acabar com a soberania de Cuba se caracterizou por uma série de complôs macabros, como o atentado de 22 de setembro de 1960, em Nova Iorque, no qual faleceu uma menina de 9 anos, Magdalena Urdaneta, vítima de uma bomba.

Texto completo aqui