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quinta-feira, 2 de abril de 2009

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Lula encontra Sarkozy e 'afina orquestra' para o G-20



PARIS - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva definiu o encontro com o presidente da França, Nicolas Sarkozy, nesta quarta-feira, em Paris, como uma reunião para "afinar a orquestra" antes do encontro do G-20, que acontecerá na quinta em Londres. Sarkozy afirmou que os dois "querem que o mundo mude". "Se avançamos juntos, nossa voz é mais forte. Buscamos uma contribuição comum para uma nova governança mundial", disse.

Lula foi mais enfático e afirmou "tanto eu quanto o presidente Sarkozy não queremos participar de uma reunião fracassada". Ele convocou países com maiores PIBs que "assumam a responsabilidade e enfrentem os ativos tóxicos do sistema bancário". "O sistema financeiro precisa voltar a ser vinculado ao sistema produtivo", completou. Por volta das 13h30 de Paris, após almoço dos presidentes no Palácio do Eliseu, sede do governo francês, os líderes conversaram com a imprensa.

Lula ressaltou ainda a expectativa sobre o encontro dos países mais ricos do mundo. "Negociamos parceria que propõe propostas concretas para o G-20. Todos sabem da expectativa que a reunião está gerando sobre os ombros dos líderes. Grandes decisões que serão tomadas amanhã serão políticas, e não apenas econômicas".

Lula completou com duras críticas aos paraísos fiscais. "O G-20 precisa ser enfático contra os paraísos fiscais". Ele chamou de "quase imoral" os que "especulam sem gerar nada para o sistema produtivo".

"O G-20 vai ser uma reunião entre amigos, mas será difícil porque nem todo mundo está pensando da mesma forma. Estou convencido de que precisamos sair no mínimo com uma proposta que possa representar um alento. O medo é que causou essa crise. É preciso enfrentar o medo e tomar as decisões concretas", concluiu.

Fonte: Estadão
mas toda a mídia corporativa noticia os movimentos do maestro Lula. Alguém deve estar morrendo de inveja...

segunda-feira, 30 de março de 2009

Crise 'pode acelerar ascensão dos BRIC à liderança da economia mundial'



A crise econômica global não impedirá que os países do grupo dos BRIC estejam entre as maiores economias do mundo, segundo afirma o próprio autor do conceito dos BRIC, Jim O'Neill, economista-chefe do banco de investimentos Goldman Sachs. Para ele, a crise pode até mesmo acelerar as mudanças na economia global que garantirão a Brasil, Rússia, Índia e China ocupar um lugar de destaque entre as potências mundiais já em 2020.

O'Neill afirma que em 2020 a China, por exemplo, poderá estar próxima de disputar com os Estados Unidos o posto de maior economia do mundo. Segundo ele, os demais países dos BRIC poderão ter economias de tamanho equivalente à de países como Alemanha, França ou Reino Unido.

Para O'Neill, até 2020 a grande massa de consumo do mundo estará nas economias dos BRIC.

O'Neill afirma ainda que as previsões que fez em 2001 sobre o crescimento da economia dos países do grupo eram conservadoras e por isso não são afetadas por um eventual período de baixo crescimento, como o atual:
"Nós assumimos que os países BRIC teriam ciclos econômicos, e isso é o que acontece agora. Então, nossa projeção de longo prazo não é afetada de nenhuma maneira", diz.

Leia mais no site da BBC

quinta-feira, 26 de março de 2009

Ataque à residência principal do banqueiro mais destestado do Reino Unido



fonte: euronews

A vivenda de Fred Goodwin foi alvo de vários actos de vandalismo: janelas partidas e o carros destruidos.

O ataque que foi revindicado por um grupo que se auto intitula “ Patrões dos bancos são criminosos” surge uma semana depois de muita polémica devido à publicação de um acordo que atribui ao banqueiro 770 mil euros de pensão anual após se ter retirado da liderançaa do Royal Bank of Scotland.
As perdas deste banco elevam-se a mais de 24 mil milhões de libras e para evitar a sua falência o governo britânico investiu 24 mil milhões para se tornar accionista maioritário.

Goodwin que tem apenas 50 anos recusou partir sem a sua reforma.

O Banco por seu lado anunciou a supressão de 2.300 empregos em todo o país.

quarta-feira, 25 de março de 2009

Governo vai investir R$ 34 bi na construção de 1 milhão de casas




Yara Aquino
Repórter da Agência Brasil


Brasília - O plano de habitação que o governo lança esta manhã prevê um aporte total de R$ 34 bilhões na construção de 1 milhão de casas. Desses, R$ 16 bilhões serão destinados à redução do déficit habitacional da população com renda familiar de zero a três salários mínimos.

A intenção do governo é construir 400 mil moradias para a população nessa faixa de renda, que pagará uma prestação mínima de R$ 50. A parcela deverá comprometer até 10% da renda pelo prazo de 10 anos. Essas famílias terão subsídio integral com isenção do seguro.

Para as famílias com renda entre três a seis salários mínimos, o pagamento da prestação prevê o comprometimento de até 20% da renda. O total de moradias para essa faixa também será de 400 mil unidades, com a previsão de investimento de R$ 10 bilhões. Para essa faixa de renda haverá aumento do subsídio parcial em financiamentos com redução dos custos do seguro e acesso ao Fundo Garantidor.

As demais 200 mil moradias serão destinas às famílias com renda entre seis e dez salários mínimos. Para essa faixa haverá estímulo à compra, com redução dos custos do seguro e acesso ao Fundo Garantidos.

Dados do IBGE mostram que 91% do déficit habitacional do país se concentram na faixa de renda entre zero e três salários mínimos.

terça-feira, 24 de março de 2009

Em pernambuco Lula critica imprensa sobre a crise

Presidente após provar a mortadela, oferece aos repórteres.

Lula criticou a posição da imprensa brasileira em relação à crise. “Se eu pegar os jornais de manhã e ler, me enfio debaixo da cama, não tenho nem vontade de sair, tem hora em que penso que o país acabou”, disse.

Na avaliação do presidente, a fase mais difícil de reflexos da crise no Brasil já passou. “Acho que o período mais difícil já tivemos em outubro, novembro, dezembro.”

Ele citou dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) que apontaram que em fevereiro foram criados 9.179 postos de trabalho com carteira assinada. Outubro havia sido o último mês com saldo de contratações positivo.

“Essa não é uma crise de fazer contenção de despesas, ajuste fiscal, temos que fazer mais investimentos, projetos de infra-estrutura que gerem empregos”, disse ao discursar na inauguração de nova unidade produtora da Sadia no Nordeste, localizada no município de Vitória de Santo Antão (PE), a 50 quilômetros de Recife.

Leia e assista aos vídeos da visita a Pernambuco no blog http://osamigosdapresidentedilma.blogspot.com/