Esse é um cartaz do partido suiço cuja sigla foi marcada no corpo da brasileira Paula Oliveira num provável ataque de skinheads. Ainda que não comprovado, este não seria o primeiro nem o último ataque xenofóbico na Europa. Na Suiça, por exemplo, a xenofobia é muito real e institucional; o partido do povo suiço tem 55 dos 200 assentos no congresso nacional, o que representa 26% do eleitorado total, enfim; é o maior partido da Suiça.
O número de brasileiros que acessam blogs cresceu a uma taxa superior a da expansão da internet em 2008, de acordo com dados do IBOPE//NetRatings.
Em dezembro de 2008, 11,6 milhões de pessoas acessaram blogs contra 9,5 milhões de brasileiros de dezembro de 2007, um crescimento de 22,1%.
Neste mesmo período, o número de pessoas que acessam a internet de suas residências cresceu 14,5%, passando de 21,4 milhões de internautas para 24,5 milhões em dezembro de 2008.
O melhor mês para a blogosfera brasileira em 2008, segundo o IBOPE//NetRatings, foi em novembro, quando 12,4 milhões de pessoas acessaram blogs.
Na ocasião, o número representou 51% da base de internautas que navegam na web de suas casas.
Em relatório de ONG, FHC defende descriminalização da maconha
Agência Brasil
RIO - A descriminalização da posse de maconha para o consumo pessoal pode ser uma das saídas para a erradicação das drogas. Uma avaliação sobre essa possibilidade é uma das sugestões do relatório apresentado nesta quarta (11) pela Comissão Latino-Americana sobre Drogas e Democracia.
A organização não-governamental tem à frente os ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso, César Gaviria (Colômbia) e Ernesto Zedillo (México).
O documento sugere uma revisão das políticas de repressão às drogas na América Latina, com foco em saúde pública, tratando os dependentes como pacientes e não criminosos, e investindo na prevenção voltada aos jovens, faixa etária onde há o maior número de consumidores. De acordo com a ONG, apesar dos grandes investimentos, a estratégia de “guerra às drogas”, que tem ênfase na repressão à produção e na criminalização dos usuários, não tem obtido sucesso.
O ex-presidente Fernando Henrique explicou que a sugestão de descriminalização não significa “tolerância”. “Reconhecemos que a maconha tem um impacto negativo sobre a saúde. Mas inúmeros estudos científicos demonstram que o dano causado por esta é similar aos do álcool e do tabaco”, disse. Ele admite que o ponto é polêmico, mas defende a discussão. “Precisamos quebrar o tabu que bloqueia o debate”, reforçou.
A comissão também argumenta que a criminalização não diminui a demanda, mas implica na geração de novos problemas. Além das questões de saúde, a entidade afirma que o encarceramento de usuários não condiz com a realidade da América Latina- o maior exportador mundial de cocaína e maconha -, considerando a superpopulação e as condições do sistema penitenciário. “A repressão propicia a extorsão dos consumidores a corrupção da polícia”, diz o texto.
Segundo o relatório, os governos devem focalizar sua ação no combate à repressão sobre o crime organizado e devem também reavaliar a repressão sobre o cultivo. A sugestão é que os governos desenvolvam, paralelamente, campanhas de prevenção voltadas aos jovens, com linguagem clara e argumentos consistentes.
Para o ex-presidente, as campanhas educativas para prevenir o uso das drogas deveriam seguir o modelo daquelas criadas para conter o consumo de tabaco.
As conclusões da comissão, formada também por intelectuais e representantes de diversos setores, devem ser apresentadas na próxima reunião das Nações Unidas (ONU), em março, em Viena, na Áustria. O encontro tem o objetivo de avaliar as políticas de drogas em todo o mundo.
Esse é a função "print screen", do inglês "imprimir a tela", é um botãozinho na parte superior direita do seu teclado. É uma ferramenta utilizada para "fotografar" a tela que está sendo exibida naquele exato momento. Depois de apertar o botão "print scrn" no teclado, basta "colar" (Ctrl-V) num editor de imagens; paintbrush, photoshop etc.
Penso que qualquer comentário meu não será suficiente para deixar o meu repúdio a esse tipo de piada. Por tanto, deixo vocês com outra "fotografia da tela", essa com os comentários dos leitores sobre a piada em questão.
Estou postando o vídeo e a tradução da música "the fear" (o medo) de Lily Allen. É uma crítica ácida à sociedade de consumo e à indiferença do ser humano.
O Medo
Eu quero ser rica e quero muito dinheiro Não me importam coisas inteligentes nem as engraçadas Eu só quero muitas roupas e uma quantidade fudida de diamantes Eu já ouvi dizer que pessoas morrem tentando encontrá-los
Eu tirarei a minha roupa e não terei motivo para sentir vergonha Pois todo mundo sabe que é assim que você se torna famosa Eu olharei para o sol e para o espelho Eu estou na "fita" certa, tenho um bilhete premiado
Refrão Já não sei mais o que é certo e real Já não sei como devo me sentir Quando pensamos que tudo vai ficar claro Pois estou sendo possuida pelo medo
A vida é mais sobre estrelas de cinema e menos sobre mães O que importa é ter carros rápidos e passar passar a perna no outro Mas tudo isso não importa pois minha conta bancária esta carregada e é isso que faz a minha vida tão fudidamente fantastica
E eu sou uma arma de consumo em massa e não é minha culpa, é como eu fui programada para funcionar olharei para o sol e olharei para o espelho Eu estou na faixa certa tenho um bilhe premiado
Esqueça as armas e esqueça a munição pois vou matá-los todos na minha pequena missão agora, eu não sou uma santa mas não sou uma pecadora Veja bem, tudo está bem enquanto eu estiver emagrecendo
Esse vídeo traz a propaganda eleitoral de dois candidatos israelenses pertencentes ao mesmo partido. O mais jovem diz: " 1/4 de milhão de sobreviventes do holocausto vive em Israel. 70,000 deles vivem abaixo da linha de pobreza. Nossa obrigação moral é de permitir que vivam o resto de suas vidas de forma honrosa". Até aí tudo bem, normal. Eis que surge o outro candidato, e diz: "Um milhão de Israelenses utilizam Cannabis para o seu lazer. Estas pessoas contribuem para a sociedade. Para nós, vitimas do holocausto, é nossa obrigação moral legalizá-la". Visto que até Jesus Cristo pode ter utilizado a erva, fiquei apenas relativamente surpreso ao ler que judeus na terra Santa também defendam a legalização da maconha.
Era uma vez um homem racista e machista que sonhava em construir um império. Chamava-se Walt Disney. Ilustrador medíocre, convidou jovens talentos de toda Norte-América para trabalhar em seu estúdio. No início tudo parecia um conto de fadas; Disney iludira seus funcionários passando a imagem de "chefe amigo"; sempre por perto e dispensando formalidades. "Tio Walt", como pedia para ser chamado por seus ingênuos funcionários, logo começou a mostrar seu lado egoísta e mesquinho; sozinho colheu os frutos desse trabalho em equipe; foram 26 os oscars entregues a ele. Ora, então pelo menos ele devia pagar muito bem seus desenhistas? Bem...também não foi assim; o salário era ruim e as condições de trabalho logo se tornaram humilhantes, principalmente para as mulheres, que ficavam isoladas e só coloriam as ilustrações, feitas sempre por homens. Depois dos 30 eram dispensadas, pois segundo "tio Walt" suas mãos começariam a tremer e já não seriam aptas para o trabalho. Tão logo os funcionários se deram conta dessa triste realidade optaram pelo direito de entrar em greve. Incapaz de negociar, tio Walt apela para máfia de Al Capone, que intimida com metralhadoras os líderes do movimento; em vão. A greve se alastra por 60 dias, só terminando com a ausência do titio, que fora "esfriar a cabeça" no Rio de Janeiro, deixando seu irmão para segurar a bucha. Todas as reividicações dos trabalhadores foram atendidas, inclusive a sindicalização dos mesmos. Rancoroso, tio Walt nunca se esqueceu dessa derrota, e 6 anos após o final da vitoriosa greve, acusou de "comunistas" os líderes dos trabalhadores num depoimento ao Senado durante a cruzada macarthista. A relação de Walt Disney com o FBI é até hoje pouco conhecida, mas aí vai um texto para quem quiser se aprofundar no assunto.
Em tempo; a foto acima é de um movimento grevista recente (agosto de 2008), são lavadores de pratos de restaurantes e hotéis da Disneylandia (Califórnia) reivindicando melhores condições de trabalho e sendo reprimidos pela polícia.