terça-feira, 16 de junho de 2009

José Serra perdeu!: Justiça obriga USP a readmitir líder grevista



deu nos Amigos do presidente Lula

O dirigente do Sindicato dos Trabalhadores da Universidade de São Paulo (Sintusp) Claudionor Brandão conseguiu na 26ª Vara da Justiça do Trabalho de São Paulo liminar que garante sua readmissão pela Universidade de São Paulo (USP), que o demitiu em novembro. A decisão foi informada na manhã de hoje à reitoria da universidade. A liminar foi concedida em ação ajuizada em maio por Brandão.

O técnico em manutenção de refrigeração trabalhava desde 1987 na USP e é um dos líderes da greve que na última terça-feira quando o governador eu ordem a PM invadir a USP, provocando o confronto entre funcionários e estudantes e a Tropa de Choque da Polícia Militar (PM). Brandão foi um dos três manifestantes detidos acusado pela reitora Sueli, por crimes de dano ao patrimônio público, desacato à autoridade e resistência à prisão. A readmissão do dirigente é uma das reivindicações da greve organizada pelo Sintusp.



sexta-feira, 12 de junho de 2009

"Não acredite na mídia"

Vídeo-clip do grupo americano Public Enemy com o rap "Don't believe the hype" ("Não acredite na mídia").
Bom feriado a tod@s!

Fora Gilmar! Venha dançar quadrilha coma gente!



quinta-feira, 11 de junho de 2009

Fora Gilmar!

Professores pedem, em assembleia, renúncia de reitora que chamou a PM

do blog Os Amigos da Presidente Dilma

Um dia depois dos confrontos entre policiais militares e estudantes --que deixaram um saldo de dez feridos, em pleno campus do Butantã da USP--, cresceu a mobilização contra a reitora Suely Vilela, que chamou a intervenção policial. Cerca de 400 docentes da Universidade de São Paulo (de um total de 5.000) aprovaram por unanimidade a exigência de renúncia imediata dela.

Os professores responsabilizaram a reitora pelo que chamaram de "ação violenta da PM", que incluiu o uso de bombas de efeito moral, balas de borracha e cassetetes contra alunos, docentes e funcionários.

Os professores fizeram sua maior assembleia desde que teve início o atual movimento reivindicatório. Mas não foi a discussão sobre o piso salarial, ou sobre o projeto de implantação do ensino à distância, que dominou os discursos. Um docente disse: "Tudo isso ficou menor. Agora, a prioridade é enfrentar a opressão, o autoritarismo, a autocracia, a tirania imoral dessa reitora incapaz de conviver com manifestações democráticas".

Uma dirigente do Sindicato dos Trabalhadores da USP ironizou a situação. "A gente devia agradecer à Suely Vilela. Tudo o que mais de 50 dias de greve decretada não conseguiram em termos de mobilização universitária ela conseguiu com esse gesto tresloucado de chamar a polícia e deixá-la agir como se enfrentasse soldados do tráfico em uma favela."

O governador José Serra (PSDB) afirmou ontem que "não houve exagero na ação da Polícia Militar" Em conversas, Serra afirma que nem foi informado sobre a ordem judicial e que, ainda que soubesse, não poderia evitar a intervenção da PM.

terça-feira, 9 de junho de 2009

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Gilmar Mendes saiu às ruas e tomou vaia

Dia 24/06 tem mais

Dia 24/06 tem mais

Saiu na Folha Online:
03/06/2009 - 14h59
Mendes enfrenta protesto e gritos de “fora Gilmar” e diz não se incomodar
GABRIELA GUERREIRO
da Folha Online, em Brasília
O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Gilmar Mendes, enfrentou nesta quarta-feira o protesto de um grupo de manifestantes contrário à sua permanência no comando do tribunal. Ao deixar a CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado, Mendes foi surpreendido por gritos de “fora Gilmar” –mas disse não se incomodar com as críticas. “De jeito nenhum”, respondeu o ministro ao ser questionado se as críticas o abalavam.
Os manifestantes integram o “Movimento Saia às Ruas”, criado depois que Mendes discutiu com o ministro Joaquim Barbosa, do STF, no plenário do tribunal. O movimento, integrado em sua maioria por estudantes, vem realizando uma série de protestos no país contra Mendes desde a discussão no plenário do Supremo.
Os integrantes do “Movimento Saia às Ruas” defendem que Mendes deixe a presidência do STF por supostamente não ter “imparcialidade” para julgar os casos que chegam ao tribunal.
“Ele é um péssimo representante do Judiciário. Não está honrando com as obrigações que têm enquanto presidente do STF. Ele tem agido de uma forma parcial. Isso extrapola as prerrogativas de qualquer magistrado. A história do Gilmar é marcada por uma série de máculas”, disse José Vaz Parente, representante da Confederação Nacional dos Servidores do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) e integrante do “Movimento Saia às Ruas”.

OEA abre as portas à reintegração de Cuba após 47 anos de exclusão



A Organização dos Estados Americanos, OEA, anulou nesta quarta-feira em Honduras, por consenso, até dos Estados Unidos, a resolução que excluiu Cuba da entidade, em 1962, abrindo as portas para a reintegração da Ilha.
"A Resolução VI, adotada em 31 de janeiro de 1962 na oitava reunião de consulta de ministros das Relações Exteriores, através da qual o governo de Cuba foi excluído (...), fica sem efeito na Organização dos Estados Americanos", diz o novo dispositivo lido pela chanceler de Honduras e presidente da assembleia, Patricia Rodas.

fonte: Último Segundo

terça-feira, 2 de junho de 2009

Globo publica ENQUETE como manchete de capa para atacar cotas raciais



Postado por Zé Augusto no blog Os amigos do presidente Lula

Ao ver a primeira página página do Jornal O Globo, pensei tratar-se de matéria paga da Klu-Klux-Klan.

Só isso poderia explicar a publicação na primeira página do resultado de uma ENQUETE feita na página do Senado na Internet como se fosse uma pesquisa.

Se você ver o quadro na figura acima, da primeira página, pensa tratar-se de alguma pesquisa encomendada pelo Senado, feita com métodos estatísticos.

Quando se acessa a notícia na página interna do jornal, é bem diferente. Lá o jornal diz:

Uma pesquisa (sic) promovida pelo Senado em seu site na internet mostrou que apenas 2,7% dos participantes são favoráveis às cotas raciais nas universidades públicas. Outros 52% concordam com as cotas sociais e 45% são contra o sistema de reserva de vagas. A enquete, no ar desde 28 de abril, havia recebido, até ontem, 357.504 votos.

Em tempo: O jornal também "esqueceu" de dar ênfase aos 52% que defendem cotas sociais.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

REITORIA DA USP E GOVERNO SERRA MANDAM POLÍCIA CONTRA A GREVE DE TRABALHADORES


COMUNICADO URGENTE:

REITORIA DA USP E GOVERNO SERRA MANDAM POLÍCIA CONTRA A GREVE DE TRABALHADORES

Desde a madrugada de hoje, 01 de junho, nós, trabalhadores da USP, estamos sofrendo mais um ato de repressão inadmissível. A universidade amanheceu completamente sitiada pela polícia. Em cada unidade da universidade há pelo menos uma viatura, e em frente ao prédio da reitoria há uma concentração de dezenas de policiais. Os policiais estão com uma atitude provocativa frente aos trabalhadores, arrancando as faixas dos grevistas, buscando abertamente causar incidentes. Isso se dá justamente após a reitoria, apoiada pelo governo do estado, ter suspendido as negociações com os trabalhadores de maneira completamente arbitrária.

Nós, trabalhadores da USP, estamos em greve desde o dia 5 de maio por aumento de salário, em defesa de 5 mil trabalhadores que tem seus postos de trabalho ameaçados, pelas demandas do hospital universitário, e outras pautas específicas, e pela reintegração de Claudionor Brandão, diretor do SINTUSP demitido. A demissão de Claudionor Brandão é produto da perseguição política aos trabalhadores e ao sindicato, protagonizada pela reitoria e pelo governo Serra. Trata-se de uma política marcada pela prática anti-sindical e anti-democrática que abre um gravíssimo precedente para todos os trabalhadores brasileiros. Não podemos permitir que os trabalhadores da USP e sua legítima mobilização em defesa da democracia na universidade sofram esta coerção policial.

Chamamos todos os meios de comunicação, ativistas dos direitos humanos, sindicatos, organizações políticas, estudantes e integrantes dos movimentos sociais a se unirem a nós e impedirem esta ofensiva, que é parte da escandalosa criminalização dos movimentos sociais, prática que tem se generalizado pelo país. Chamamos todos a enviarem moções de repudio para a reitoria da USP, exigindo a retirada imediata dos efetivos policiais, e a se concentrarem na frente da reitoria, e cercar de solidariedade os trabalhadores da USP em greve há 27 dias.

Claudionor Brandão

Comando de Greve da USP