Mostrando postagens com marcador Brasil. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Brasil. Mostrar todas as postagens
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Pronunciamento de Lula no 7 de Setembro é elogio à Democracia! Presidente também puxa a orelha do Zé tenebroso e autoritário, que quer o tapetão.
O Pronunciamento de Lula nesse 7 de Setembro foi um elogio à Democracia e à campanha da candidata Dilma Roussef. O PT também dedicou boa parte de seu programa a uma homenagem ao Brasil e as conquistas do Povo Brasileiro.
O Presidente Lula também aproveitou a oportunidade para mencionar a coduta anti-ética da "turma do contra", liderada por José Serra. Lula lamenta a falta de respeito de Serra pela democracia e pelo povo Brasileiro.
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
PIB Brasileiro Cresce 9% no Primeiro Semestre,

Conseguiu ler? Não? PIB brasileiro cresce 9% no primeiro semestre. Essa é a verdadeira operação abafa do PiG.
Marcadores:
Brasil,
Desenvolvimento,
Dilma,
Lula
sábado, 14 de agosto de 2010
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Brasil nas Semi-Finais: Mainardi afirma que torcerá por Holanda.
O boçal mostra que é contra o Brasil até no futebol: clique aqui para ver. Se fosse para depender da capacidade de precisão desse ASPONE, o Brasil já está nas semi-finais.quarta-feira, 9 de junho de 2010
PIB bomba a 9%.a.a. Investimento também tem alta significativa. PIG faz terrorismo.

As notícias economicas são deslumbrantes. O Brasil nunca viveu um momento como esse em regime democrático. A diferença das condições econômicas do Brasil de Lula e de FHC são gritantes. Número de empregos, taxa de juros, taxa de investimentos, investimentos em infra-estrutura, redução das desigualdades e da pobreza. Todos os números mostram com clareza o sucesso das políticas sociais, da política economica e industrial do Governo Lula. Obviamente, temos muito ainda a melhorar. Mas melhorar com quem fez direito, e não com quem já quebrou o país e gerou milhões de desempregados antes.
O papelão do PiG. Ano passado, quando a economia crescia a 6% no quarto trimestre, os SaDEMbergs e Leitões da vida se alarmavam dizendo que a taxa de investimento não crescia e que isso iria segurar o crescimento do PIB. Esses debilóides parecem que não fizeram sequer o segundo ano do curso de economia, pois se tivessem feito, deveriam saber que num contexto pós crise a economia pode a crescer pela utilização da capacidade já instalada, que está sub-utilizada, sem precisar de um aumento na taxa de investimentos.
Agora a taxa de investimentos voltou a crescer. O PiG, passa a enfatizar em suas manchetes que a infra-estrtura será o grande problema. Não resta dúvidas de que isso será ao menos parcialmente verdadeiro. Mas o PiG não enfatiza quantos brasileiros estão arrumando emprego, quantos estão saindo da miséria. Enfatiza que no futuro a infra-estrutura poderá travar o crescimento.
Algumas coisas que precisam ficar claras. Embora tal raciocínio tenha lógica. Países com infra-estrutura muito mais precárias do que a Brasileira, como a Índia, o Irã ou Angola, crescem a taxas muito superiores do que o Brasil a décadas. A China também fez isso no passado recente. A relação da melhoria da infra-estrutura com o crescimento economico é de mão dupla. Um maior crescimento das atividades industriais e do consumo também fazem com que haja mais dinheiro para investir em infra-estrutura. As análises do PiG simplesmente ignoram isso.
Em segundo lugar, se hoje a infra-estrutura no Brasil não é das melhores, é porque ela foi negligenciada durante os 8 anos do governo FHC/Serra. A única coisa que eles fizeram foi privatizar tudo. E nem isso eles fizeram direito. Outros países obtiveram sucesso também com privatizações. Mas a turma de FHC/Serra fizeram tudo a toque de caixa, sem regulamentar, jogando a própria fiscalização nas mãos das empresas beneficiadas. FHC/Serra venderam e vilipendiaram o Brasil. Lula e Dilma estão reconstruindo-o. Com Lula e Dilma o investimento em infra-estrutura cresce cada vez mais.
Segue abaixo a notícia do Valor Economico.
Com forte participação da demanda doméstica - formada pelo consumo das famílias, do governo, investimentos e variação de estoques - o Produto Interno Bruto do primeiro trimestre cresceu 2,7% em relação ao período anterior e 9% frente ao resultado do primeiro trimestre de 2009. A contrapartida desse crescimento foi o aumento significativo das importações, que "subtraiu" 2,8 pontos percentuais da expansão do PIB.
Com esse resultado, mesmo que a economia não cresça entre o segundo e o quarto trimestre, já está assegurada uma alta de 6% do PIB no ano. Se a taxa de crescimento cair dos 2,7% registrados até março para uma média de 1% nos três trimestres restantes, o crescimento chegará a 7,6%.
O resultado do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre de 2010 confirmou o forte ritmo de crescimento da economia brasileira. Na série com ajuste sazonal, o PIB cresceu 2,7% sobre o trimestre anterior, o equivalente a 11,2% em termos anualizados. Na comparação com o primeiro trimestre de 2009, a alta foi de 9%, a maior da série histórica iniciada em 1995. Se fosse apenas pela demanda interna, o resultado teria sido ainda maior e chegaria a 11,8%. Isso não ocorreu porque uma parcela do consumo e do investimento foi atendida por importações, o que fez o setor externo "tirar" 2,8 pontos percentuais do PIB brasileiro.
As compras externas de bens e serviços subiram 39,5% sobre janeiro a março de 2009, percentual muito superior aos 14,5% das exportações. Essa explosão de importações foi a contrapartida da crescente demanda doméstica (consumo das famílias e do governo, investimento em máquinas e equipamentos e na construção e variação de estoques), diz o economista-chefe da corretora Convenção, Fernando Montero. Para comparar, em 2009 o setor externo colaborou positivamente com 0,1 ponto para o PIB, que caiu 0,2%.
Para Bernardo Wjuniski, economista da Tendências Consultoria, a distância entre o aumento da demanda interna e a expansão do PIB deve diminuir ao longo do ano, como efeito da maturação dos investimentos realizados desde o ano passado. O economista estima que o PIB passará por expansão de 6,6%, enquanto a absorção interna da economia no ano será de 7,4%.
Um ponto importante do resultado das contas nacionais foi o avanço acentuado da taxa do investimento como proporção do PIB, que atingiu 18% no primeiro trimestre, como nota o economista-chefe da Prosper Corretora, Eduardo Velho. É um número bastante superior aos 17,1% do PIB do trimestre anterior e dos 16,3% do mesmo trimestre de 2009. "O dado é bastante positivo, embora não tenha sido suficiente para interromper o crescimento da utilização da capacidade instalada da indústria", diz.
Velho aposta na continuidade da expansão firme da formação bruta de capital fixo (FBCF, medida do que se investe na construção civil em máquina equipamentos) nos próximos trimestres, porque a confiança dos empresários segue elevada, dada a expectativa favorável sobre a demanda futura. A LCA Consultores destaca o fato de o investimento ter voltado ao nível pré-crise. "No período janeiro-março, a FBCF ficou 0,4% acima da observada em julho-setembro de 2008."
Responsável por 60% do PIB, o consumo das famílias cresceu no primeiro trimestre 1,5% sobre o anterior, uma desaceleração em relação ao ritmo dos três trimestres anteriores. "Isso foi até certo ponto surpreendente, levando em conta o bom desempenho do crédito ao consumo e da massa salarial nos primeiros três meses do ano", diz o analista Antonio Madeira, da MCM Consultores. A forte base de comparação ajuda a explicar esse movimento, pois o consumo avança desde o segundo trimestre de 2009 a um ritmo forte.
Para Aurélio Bicalho, economista do Itaú Unibanco, o consumo das famílias deve continuar a perder força, enquanto os investimentos permanecem em níveis elevados. "São fatores transitórios que influenciaram o PIB forte no primeiro trimestre e, agora que eles saíram, vão provocar uma desaceleração considerável na leitura do segundo trimestre, que já está em curso, como os dados de produção industrial e comércio varejista mostram."
Diante da forte expansão dos investimentos - 26% maiores no primeiro trimestre de 2010 sobre igual período do ano passado - o economista-chefe do Fator, José Francisco de Lima Gonçalves, avalia que um novo ciclo de crescimento foi inaugurado na economia brasileira. "Tivemos o crescimento puxado pelo consumo, como no Plano Cruzado, nos anos 80, e o crescimento sustentado pelas exportações, como ocorreu nos primeiros anos do governo Lula", diz ele, para quem o crescimento agora é impulsionado pelos investimentos. "É um investimento que ocorre em todos os setores, demandando máquinas e equipamentos e também mão de obra."
Nos primeiros três meses do ano, a atividade registrou também grande recomposição de estoques. Pelas contas da LCA, a variação de estoques respondeu por 1,7 ponto percentual da alta de 2,7% registrada pelo PIB no primeiro trimestre. Para Madeira, essa formação de estoques, que ajudou o crescimento no primeiro trimestre, pode levar a uma moderação da atividade industrial nos trimestres seguintes.
O papelão do PiG. Ano passado, quando a economia crescia a 6% no quarto trimestre, os SaDEMbergs e Leitões da vida se alarmavam dizendo que a taxa de investimento não crescia e que isso iria segurar o crescimento do PIB. Esses debilóides parecem que não fizeram sequer o segundo ano do curso de economia, pois se tivessem feito, deveriam saber que num contexto pós crise a economia pode a crescer pela utilização da capacidade já instalada, que está sub-utilizada, sem precisar de um aumento na taxa de investimentos.
Agora a taxa de investimentos voltou a crescer. O PiG, passa a enfatizar em suas manchetes que a infra-estrtura será o grande problema. Não resta dúvidas de que isso será ao menos parcialmente verdadeiro. Mas o PiG não enfatiza quantos brasileiros estão arrumando emprego, quantos estão saindo da miséria. Enfatiza que no futuro a infra-estrutura poderá travar o crescimento.
Algumas coisas que precisam ficar claras. Embora tal raciocínio tenha lógica. Países com infra-estrutura muito mais precárias do que a Brasileira, como a Índia, o Irã ou Angola, crescem a taxas muito superiores do que o Brasil a décadas. A China também fez isso no passado recente. A relação da melhoria da infra-estrutura com o crescimento economico é de mão dupla. Um maior crescimento das atividades industriais e do consumo também fazem com que haja mais dinheiro para investir em infra-estrutura. As análises do PiG simplesmente ignoram isso.
Em segundo lugar, se hoje a infra-estrutura no Brasil não é das melhores, é porque ela foi negligenciada durante os 8 anos do governo FHC/Serra. A única coisa que eles fizeram foi privatizar tudo. E nem isso eles fizeram direito. Outros países obtiveram sucesso também com privatizações. Mas a turma de FHC/Serra fizeram tudo a toque de caixa, sem regulamentar, jogando a própria fiscalização nas mãos das empresas beneficiadas. FHC/Serra venderam e vilipendiaram o Brasil. Lula e Dilma estão reconstruindo-o. Com Lula e Dilma o investimento em infra-estrutura cresce cada vez mais.
Segue abaixo a notícia do Valor Economico.
Com forte participação da demanda doméstica - formada pelo consumo das famílias, do governo, investimentos e variação de estoques - o Produto Interno Bruto do primeiro trimestre cresceu 2,7% em relação ao período anterior e 9% frente ao resultado do primeiro trimestre de 2009. A contrapartida desse crescimento foi o aumento significativo das importações, que "subtraiu" 2,8 pontos percentuais da expansão do PIB.
Com esse resultado, mesmo que a economia não cresça entre o segundo e o quarto trimestre, já está assegurada uma alta de 6% do PIB no ano. Se a taxa de crescimento cair dos 2,7% registrados até março para uma média de 1% nos três trimestres restantes, o crescimento chegará a 7,6%.
O resultado do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre de 2010 confirmou o forte ritmo de crescimento da economia brasileira. Na série com ajuste sazonal, o PIB cresceu 2,7% sobre o trimestre anterior, o equivalente a 11,2% em termos anualizados. Na comparação com o primeiro trimestre de 2009, a alta foi de 9%, a maior da série histórica iniciada em 1995. Se fosse apenas pela demanda interna, o resultado teria sido ainda maior e chegaria a 11,8%. Isso não ocorreu porque uma parcela do consumo e do investimento foi atendida por importações, o que fez o setor externo "tirar" 2,8 pontos percentuais do PIB brasileiro.
As compras externas de bens e serviços subiram 39,5% sobre janeiro a março de 2009, percentual muito superior aos 14,5% das exportações. Essa explosão de importações foi a contrapartida da crescente demanda doméstica (consumo das famílias e do governo, investimento em máquinas e equipamentos e na construção e variação de estoques), diz o economista-chefe da corretora Convenção, Fernando Montero. Para comparar, em 2009 o setor externo colaborou positivamente com 0,1 ponto para o PIB, que caiu 0,2%.
Para Bernardo Wjuniski, economista da Tendências Consultoria, a distância entre o aumento da demanda interna e a expansão do PIB deve diminuir ao longo do ano, como efeito da maturação dos investimentos realizados desde o ano passado. O economista estima que o PIB passará por expansão de 6,6%, enquanto a absorção interna da economia no ano será de 7,4%.
Um ponto importante do resultado das contas nacionais foi o avanço acentuado da taxa do investimento como proporção do PIB, que atingiu 18% no primeiro trimestre, como nota o economista-chefe da Prosper Corretora, Eduardo Velho. É um número bastante superior aos 17,1% do PIB do trimestre anterior e dos 16,3% do mesmo trimestre de 2009. "O dado é bastante positivo, embora não tenha sido suficiente para interromper o crescimento da utilização da capacidade instalada da indústria", diz.
Velho aposta na continuidade da expansão firme da formação bruta de capital fixo (FBCF, medida do que se investe na construção civil em máquina equipamentos) nos próximos trimestres, porque a confiança dos empresários segue elevada, dada a expectativa favorável sobre a demanda futura. A LCA Consultores destaca o fato de o investimento ter voltado ao nível pré-crise. "No período janeiro-março, a FBCF ficou 0,4% acima da observada em julho-setembro de 2008."
Responsável por 60% do PIB, o consumo das famílias cresceu no primeiro trimestre 1,5% sobre o anterior, uma desaceleração em relação ao ritmo dos três trimestres anteriores. "Isso foi até certo ponto surpreendente, levando em conta o bom desempenho do crédito ao consumo e da massa salarial nos primeiros três meses do ano", diz o analista Antonio Madeira, da MCM Consultores. A forte base de comparação ajuda a explicar esse movimento, pois o consumo avança desde o segundo trimestre de 2009 a um ritmo forte.
Para Aurélio Bicalho, economista do Itaú Unibanco, o consumo das famílias deve continuar a perder força, enquanto os investimentos permanecem em níveis elevados. "São fatores transitórios que influenciaram o PIB forte no primeiro trimestre e, agora que eles saíram, vão provocar uma desaceleração considerável na leitura do segundo trimestre, que já está em curso, como os dados de produção industrial e comércio varejista mostram."
Diante da forte expansão dos investimentos - 26% maiores no primeiro trimestre de 2010 sobre igual período do ano passado - o economista-chefe do Fator, José Francisco de Lima Gonçalves, avalia que um novo ciclo de crescimento foi inaugurado na economia brasileira. "Tivemos o crescimento puxado pelo consumo, como no Plano Cruzado, nos anos 80, e o crescimento sustentado pelas exportações, como ocorreu nos primeiros anos do governo Lula", diz ele, para quem o crescimento agora é impulsionado pelos investimentos. "É um investimento que ocorre em todos os setores, demandando máquinas e equipamentos e também mão de obra."
Nos primeiros três meses do ano, a atividade registrou também grande recomposição de estoques. Pelas contas da LCA, a variação de estoques respondeu por 1,7 ponto percentual da alta de 2,7% registrada pelo PIB no primeiro trimestre. Para Madeira, essa formação de estoques, que ajudou o crescimento no primeiro trimestre, pode levar a uma moderação da atividade industrial nos trimestres seguintes.
Marcadores:
Brasil,
Desenvolvimento,
Dilma,
Lula
quarta-feira, 26 de maio de 2010
BBC Leva ao Ar Série Sobre Ascensão do Brasil!
A rápida recuperação do Brasil após a crise financeira internacional, o crescimento econômico e a ascensão do país no cenário global são temas de uma série de reportagens especiais que a BBC leva ao ar nesta semana em seu canal internacional de notícias, BBC World News, e no site de notícias em inglês BBC News.
As reportagens, transmitidas em inglês, devem abordar temas que vão da economia à cultura, passando pelo futebol e questões como a violência e a discussão sobre cotas raciais.
Os programas de transferência de renda do governo, como o Bolsa Família, e as críticas a este tipo de assistência serão abordados em uma das reportagens, assim como o problema do turismo sexual no país.
Outra reportagem discutirá a modernização da agricultura e a ascensão do Brasil como um grande exportador de alimentos.
O crescimento do setor aéreo brasileiro, assim como os gargalos que impedem uma maior expansão serão tema de outra matéria da série, assim como a ascensão de uma nova classe média no país.
Veja o restante no site da BBC
PS: Só com os gringos falando para os tucanos acreditarem...
Marcadores:
Brasil,
Desenvolvimento,
Dilma,
Lula,
PT
terça-feira, 25 de maio de 2010
Brasil vai produzir mais sete medicamentos no país.

A Indústria Bomba no Governo Lula/Dilma: mais exportações, mais empregos e mais renda para o Brasil.
Do Blog dos Amigos da Dilma.
A indústria brasileira começará a fabricar sete novos medicamentos a partir de parcerias entre empresas públicas e privadas promovidas pelo Ministério da Saúde. Os acordos serão assinados nesta terça-feira, em São Paulo, e preveem ainda reforço na produção nacional do contraceptivo DIU.
Com os novos termos compromissos, o número de remédios que deixarão de ser importados pelo Brasil chega a 21, o que gera economia de cerca de R$ 170 milhões ao ano para o governo federal. Em novembro de 2009, o Ministério fechou outras nove parcerias.
Os remédios que serão produzidos no país são utilizados no tratamento de Alzheimer, aids, osteosporose, tuberculose, hemofilia e asma, além de imunossupressores (para pacientes submetidos a transplantes). Os 21 medicamentos e o DIU são oferecidos gratuitamente à população pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A compra deles custa, em média, R$ 850 milhões ao ano. Com o início da produção nacional, a despesa total será cerca de 20% menor.
Neste ano, pelo menos cinco medicamentos já começam a ser fabricados. A previsão é que, no segundo semestre de 2010, os laboratórios façam as primeiras entregas do Tenofovir, para tratamento de aids, do Tracrolimos, usado por pacientes que passaram por transplantes, e de três anti-psicóticos - Clozapina, Olanzapina e Quetiapina.
"São parcerias importantes porque aproximam empresas privadas de produção de farmoquímicos a laboratórios públicos para a sua formulação final. Respondem ao conjunto de prioridades e preocupações do ponto de vista de saúde pública", afirma o ministro da saúde, José Gomes Temporão.
Temporão participou da cerimônia de assinatura dos novos termos de compromissos nesta terça-feira, durante a 17ª Feira Internacional de Produtos, Equipamentos, Serviços e Tecnologia para Hospitais, Laboratórios, Clínicas e Consultórios (Feira Hospitalar 2010).
Os termos de compromisso estabelecem a transferência de tecnologia para a fabricação dos 21 produtos e envolvem oito instituições públicas e 13 privadas.
Marcadores:
Brasil,
Desenvolvimento,
Dilma,
Lula,
PAC
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Le Brésil de Lula sur tous les fronts

Retirado do ótimo Esquerdopata.
"O Brasil de Lula Está em Todas as Frentes", diz Le Monde. [Ué, mas a Ditabranda, digo, Falha de São Paulo não disse que o Lula estava isolado no mundo???]
Editorial e reportagem do jornal francês Le Monde elogiam Lula, Celso Amorim e o desempenho da economia brasileira.
O vespertino francês Le Monde traz em sua edição desta segunda-feira, um grande editorial na capa sobre o papel de destaque alcançado pela diplomacia brasileira durante o governo Lula. Em tom elogioso, o jornal diz que a atuação do ministro brasileiro das Relações Exteriores, Celso Amorim, é brilhante. E, nas páginas internas, o crescimento excepional do PIB brasileiro atrai a curiosidade do jornal. Segundo previsão divulgada hoje pelo Banco Central do Brasil, a economia deve crescer 6,46% neste ano.
O editoral do jornal Le Monde não poupa elogios à economia brasileira e ao papel do Brasil na cena internacional. O vespertino lembra os pronunciamentos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva diante da crise grega e suas iniciativas de mediação no conflito israelo-palestino, além do recente acordo conseguido junto com a Turquia no complicado dossiê nuclear iraniano. Fatos importantes que vão bem além do talento dos brasileiros no futebol, ironiza Le Monde.
Um dinamismo no cenário internacional encabeçado de forma brilhante pelo ministro brasileiro da Relações Exteriores, Celso Amorin, relata o jornal. O vespertino lembra que durante muito tempo o Brasil negociou timidamente suas questões econômicas com a OMC, mas que a situação mudou. Agora Amorim é um dos principais atores na busca de uma conclusão do empacado Ciclo de Doha sobre a liberalização do comércio mundial.
Já em suas páginas internas, Le Monde elogia a economia brasileira. O vespertino relata que apenas no primeiro trimestre desse ano o Produto Interno Bruto do país cresceu 9.84% e que quase um milhão de empregos foram criados no Brasil nesse período. Resultados de uma economia aquecida pelo consumo interno, impulsionado pelos 25 milhões de brasileiros que integraram a classe média na ultima década.
Le Monde alerta, no entanto, para um risco superaquecimento da economia brasileira. O jornal explica que o grande desafio para o país agora é controlar a sua inflação, a pior inimiga dos pobres, escreve o jornal francês, citando Lula.
O jornal francês lembra, ainda citando o presidente brasileiro, que o século 21 será o século dos países que não tiveram suas oportunidades. E diz ainda que já Lula, que se considera ainda na metade de sua carreira politica, ele poderá muito bem apresentar sua candidatura para o cargo de secretário-geral das Nações Unidas, em 2012.
Marcadores:
Brasil,
Desenvolvimento,
Dilma,
Lula
segunda-feira, 17 de maio de 2010
O planeta tem um líder!
O nome dele é Lula e a humanidade agradece.
Mas todo cuidado é pouco.
http://blogdobourdoukan.blogspot.com/search/label/lidersexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Imprensa Alemã chama Lula de "Superstar Internacional"!! PiG Esconde!!

Além de considerar o Presidente Lula um "superstar" , foram também enfatizados o "milagre econômico" realizado por seu governo, o fato de que ele "chega para falar de igual para igual com Ângela Merkel", que em 10 ou 15 anos o Brasil será mais importante do que a Inglaterra ou a França, e que só sob seu governo o Brasil foi descoberto pelo mundo.
Notícia da BBC Brasil:
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/12/091203_lulaalemanha_md_ac.shtml
"No primeiro dia de sua viagem à Alemanha, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi tratado como estrela da política internacional em reportagens na imprensa local.O prestigioso jornal Süddeutsche Zeitung se referiu a Lula como “superstar” em uma reportagem que afirma que o Brasil é festejado sob seu governo, como se só agora o país tivesse sido descoberto pelo resto do mundo.
O texto diz ainda que o presidente brasileiro tem um alto índice de aceitação não somente entre os próprios brasileiros, mas também por parte de políticos de outros países.
O jornal econômico Handelsblatt disse que Lula chega à Alemanha para conversar com a chanceler Angela Merkel "de igual para igual".
No artigo intitulado Lula não vem como pedinte, o periódico afirma que o Brasil é um país desejado pelos investidores, e que a líder alemã corteja, por isso, o país em nome do setor econômico alemão.
‘Milagre econômico’
Já o conservador Frankfurter Allgemeine Zeitung (FAZ) diz que Lula chega à Alemanha como representante de uma “nova terra do milagre econômico” que “ultrapassou os tremores da crise global com uma velocidade impressionante”.
Na reportagem intitulada Um visitante autoconfiante, o FAZ lembra que as empresas brasileiras estão, em muitos setores, na ponta do que há de melhor internacionalmente e que o “capital estrangeiro tem entrado no Brasil como nunca antes”, o que faz do real “uma das moedas mais fortes do mundo”.
O jornal diz ainda que o Brasil subirá em breve ao grupo das dez maiores economias do planeta.
“Daqui a dez ou 15 anos, deverá ultrapassar países como França e Grã-Bretanha, chegando no quinto lugar.”"
Enquanto o mundo aplaude de pé o governo Lula, o PiG entra em desespero, só fala mal do país e passa a defender a ditadura.
Na Foto, Willian Bonner e Ali Kamel discutindo a pauta do Jornal Nacional.
Assinar:
Postagens (Atom)

