sábado, 29 de maio de 2010

Desespero: Falha de SP Distribui Seu Tablóide de Graça em Shoppings.

Fui hoje a um Shopping comprar um presente para minha namorada. Enquanto andava pelos corredores, vi uma bonita moça oferecendo exemplares da Falha de São Paulo em grandes sacolas promocionais, que exaltavam o "novo visual" do tablóide. Sacolas de plástico, óbvio. Além de poluir as mentes dos leitores, a Falha, que é contra o Brasil, quer poluir também o meio ambiente.

Passei em outro corredor, já com uma sacola na mão, e havia outra moça. Peguei outro exemplar. Quando fui pagar o estacionamento, qual a minha surpresa que o rapaz do guichê novamente me deu outro exemplar do mesmo jornaleco.

Já garanti o banheiro do Afonso até o fim da Copa.


sexta-feira, 28 de maio de 2010

Serra Ofende Bolívianos.


Parece que o Zé Biruta endoidou de vez: O cara quer ser Presidente do País e em um mês consegue ofender 3 dos principais parceiros do Brasil ?!?!?!

Parece que o Zé Biruta endoidou. Parece, só parece. Na verdade ele está se lixando para o Brasil. O que ele quer é cativar a elite preconceituosa que lê a Falha de São Paulo, e que já ameaça não votar nele, tamanha sua insegurança. Ele quer botar a culpa na Bolívia pelo fato de a classe média paulista cheirar cocaína. Quando na verdade a culpa é das péssimas escolas e da polícia mal paga que ele deixou em São Paulo.

Assim como ele bota a culpa da péssima educação pública paulista nos migrantes Nordestinos, agora ele culpa os bolívianos pelo tráfico. Assim como o Bush punha a culpa na Colômbia. Ele quer invadir a Bolívia.

Ele está se lixando para o fato que suas declarações podem prejudicar as relações do Brasil. Ele se importa ainda menos com o povo boliviano, que ajuda a construir São Paulo. O que ele quer é o poder, e para isso busca mobilizar o preconceito da população. Essa história a gente já conhece:

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Governo Racista de Israel Discrimina Trabalhadores Árabes.

De acordo com Reportagem de Jonathan Cook, do ZNet , embora os árabes sejam 20% da população de Israel, ocupam menos de 2% dos empregos das empresas públicas.

Muitas empresas perguntam aos trabalhadores no processo de seleção se eles já serviram o exército, que é restrito aos judeus. Diante do exemplo das empresas públicas, as empresas privadas não tem incentivo nenhum para proceder de forma diferente.

Embora o governo de Israel prometa cotas para os Árabes a décadas, sua implementação segue sendo adiada. Do mesmo modo que fazem com os assentamentos ilegais.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Governo Fundamentalista de Israel Impediu Chomsky de Entrar no País

A justificativa do governo israelense foi que eles "não gostam" das coisas que Chomsky fala. O regime fundamentalista e imperialista de Israel repete assim o mesmo tipo de discriminação que a Alemanha nazista impunha aos intelectuais judeus na década de 30. Lamentável o fato de a elite israelense se apropriar do sofrimento histórico de milhões de judeus para repetir os mesmos tipos de crimes contra a humanidade de que muitos de seus semelhantes foram vítimas.

Produtividade Agrícola do Sertão Baiano Já Supera a dos EUA.



Graças ao uso intensivo de tecnologias agrícolas, a produtividade média do Oeste baiano de soja e algodão já supera as médias norte-americanas, em sacas por hectare.

Enquanto o PT muda o Brasil para melhor, o PSDB torce contra.

Segue Reportagem da Ditabranda:

Há 26 anos, sem novas opções de terras no Paraná, Walter Horita trocou a região pelo oeste baiano. Uma atitude considerada ousada pelos vizinhos. Longe de tudo e sem estradas adequadas, os desafios da nova região começaram logo cedo.
Acostumado às terras férteis do Paraná, Horita amargou uma produção de apenas 14 sacas de soja por hectare na primeira safra plantada. Um desastre para o bolso.
Hoje, Horita cultiva 42 mil hectares com soja, milho e algodão. Quando as máquinas encerraram a colheita neste ano, ele constatou a produção de 62 sacas de soja e 196 de milho por hectare.
A colheita de algodão está começando e ele espera 330 arrobas por hectare. "Estamos com uma produtividade bem acima da dos Estados Unidos", diz Horita.
A produção de Horita não está muito distante da média do oeste baiano, mas está acima dos padrões da região. Motivo: ele não mede esforços na utilização de novas tecnologias à disposição.
O oeste baiano produz 52 sacas de soja, 145 de milho e 270 arrobas de algodão por hectare. Os norte-americanos colhem 48,5 sacas de soja e 160 arrobas de algodão.
No milho, ao produzirem 170 sacas por hectare, ainda superam os baianos. "Mas isso [o ganho no milho dos norte-americanos] vai durar pouco tempo", diz Horita.

NOVAS PRÁTICAS
O segredo para uma produção elevada passa pelo uso intensivo de novas práticas na lavoura e utilização de insumos e de equipamentos de última geração.
Além disso, o produtor deve estar à frente dos livros e da literatura agrícola, diz ele.
Para Horita, o produtor deve fazer experimentos em sua terra, buscar coisas novas e estar apto a, se necessário, fazer mudanças rápidas na cultura para garantir maior produtividade.
Ele destaca, no entanto, a necessidade da presença de um bom agrônomo nesse processo produtivo.
O acesso à tecnologia exige recursos, o que poderia tirar os produtores de pequeno porte desse processo.
Horita diz que a inovação tecnológica estará à disposição dos produtores de pequeno e médio portes se eles se reunirem em grupos para comprar insumos e máquinas e para a comercialização.
"A agricultura moderna exige a utilização de agroquímicos, melhoramento genético e equipamentos eficientes", afirma Horita.
A vantagem é que a concorrência entre os fornecedores de insumos é grande e a cada safra eles desenvolvem produtos cada vez mais eficientes, acrescenta.
Isso leva, no entanto, a uma perda de rusticidade e ao aumento da fragilidade das plantas, o que exige custos fitossanitários maiores. Essa elevação de custos será compensada pelo aumento da produtividade, diz ele.
A região distante, e de pouca atração há três décadas, hoje está na mira até de investidores estrangeiros.
Com o valor de um hectare vendido no Paraná, Horita comprava 50 no oeste baiano na década de 1980. Hoje, compra apenas dois.

BBC Leva ao Ar Série Sobre Ascensão do Brasil!

Dilma e Lula: Comprometimento com o Brasil e Trabalho Sério que dá Resultado.


A rápida recuperação do Brasil após a crise financeira internacional, o crescimento econômico e a ascensão do país no cenário global são temas de uma série de reportagens especiais que a BBC leva ao ar nesta semana em seu canal internacional de notícias, BBC World News, e no site de notícias em inglês BBC News.

As reportagens, transmitidas em inglês, devem abordar temas que vão da economia à cultura, passando pelo futebol e questões como a violência e a discussão sobre cotas raciais.

Os programas de transferência de renda do governo, como o Bolsa Família, e as críticas a este tipo de assistência serão abordados em uma das reportagens, assim como o problema do turismo sexual no país.

Outra reportagem discutirá a modernização da agricultura e a ascensão do Brasil como um grande exportador de alimentos.

O crescimento do setor aéreo brasileiro, assim como os gargalos que impedem uma maior expansão serão tema de outra matéria da série, assim como a ascensão de uma nova classe média no país.
Veja o restante no site da BBC
PS: Só com os gringos falando para os tucanos acreditarem...

terça-feira, 25 de maio de 2010

Serra Ofende Chineses.



Zé Serrágio começou mal. Por um lado é a favor da subserviência irrestrita aos EUA. Por outro mostra profunda ignorância a respeito de um parceiro estratégico do Brasil, tanto em termos comerciais quanto políticos nos principais fóruns multilaterais. Vale lembrar que ele também foi contra o bem sucedido acordo no Irã....

Enquanto isso, Dilma defende a soberania do Brasil ao mesmo tempo em que sabe falar com os banqueiros de Wall-Street.

Quem está mais preparado?

Brasil vai produzir mais sete medicamentos no país.



A Indústria Bomba no Governo Lula/Dilma: mais exportações, mais empregos e mais renda para o Brasil.

Do Blog dos Amigos da Dilma.

A indústria brasileira começará a fabricar sete novos medicamentos a partir de parcerias entre empresas públicas e privadas promovidas pelo Ministério da Saúde. Os acordos serão assinados nesta terça-feira, em São Paulo, e preveem ainda reforço na produção nacional do contraceptivo DIU.

Com os novos termos compromissos, o número de remédios que deixarão de ser importados pelo Brasil chega a 21, o que gera economia de cerca de R$ 170 milhões ao ano para o governo federal. Em novembro de 2009, o Ministério fechou outras nove parcerias.

Os remédios que serão produzidos no país são utilizados no tratamento de Alzheimer, aids, osteosporose, tuberculose, hemofilia e asma, além de imunossupressores (para pacientes submetidos a transplantes). Os 21 medicamentos e o DIU são oferecidos gratuitamente à população pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A compra deles custa, em média, R$ 850 milhões ao ano. Com o início da produção nacional, a despesa total será cerca de 20% menor.

Neste ano, pelo menos cinco medicamentos já começam a ser fabricados. A previsão é que, no segundo semestre de 2010, os laboratórios façam as primeiras entregas do Tenofovir, para tratamento de aids, do Tracrolimos, usado por pacientes que passaram por transplantes, e de três anti-psicóticos - Clozapina, Olanzapina e Quetiapina.

"São parcerias importantes porque aproximam empresas privadas de produção de farmoquímicos a laboratórios públicos para a sua formulação final. Respondem ao conjunto de prioridades e preocupações do ponto de vista de saúde pública", afirma o ministro da saúde, José Gomes Temporão.

Temporão participou da cerimônia de assinatura dos novos termos de compromissos nesta terça-feira, durante a 17ª Feira Internacional de Produtos, Equipamentos, Serviços e Tecnologia para Hospitais, Laboratórios, Clínicas e Consultórios (Feira Hospitalar 2010).

Os termos de compromisso estabelecem a transferência de tecnologia para a fabricação dos 21 produtos e envolvem oito instituições públicas e 13 privadas.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Le Brésil de Lula sur tous les fronts


Retirado do ótimo Esquerdopata.

"O Brasil de Lula Está em Todas as Frentes", diz Le Monde. [Ué, mas a Ditabranda, digo, Falha de São Paulo não disse que o Lula estava isolado no mundo???]

Editorial e reportagem do jornal francês Le Monde elogiam Lula, Celso Amorim e o desempenho da economia brasileira.

O vespertino francês Le Monde traz em sua edição desta segunda-feira, um grande editorial na capa sobre o papel de destaque alcançado pela diplomacia brasileira durante o governo Lula. Em tom elogioso, o jornal diz que a atuação do ministro brasileiro das Relações Exteriores, Celso Amorim, é brilhante. E, nas páginas internas, o crescimento excepional do PIB brasileiro atrai a curiosidade do jornal. Segundo previsão divulgada hoje pelo Banco Central do Brasil, a economia deve crescer 6,46% neste ano.

O editoral do jornal Le Monde não poupa elogios à economia brasileira e ao papel do Brasil na cena internacional. O vespertino lembra os pronunciamentos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva diante da crise grega e suas iniciativas de mediação no conflito israelo-palestino, além do recente acordo conseguido junto com a Turquia no complicado dossiê nuclear iraniano. Fatos importantes que vão bem além do talento dos brasileiros no futebol, ironiza Le Monde.

Um dinamismo no cenário internacional encabeçado de forma brilhante pelo ministro brasileiro da Relações Exteriores, Celso Amorin, relata o jornal. O vespertino lembra que durante muito tempo o Brasil negociou timidamente suas questões econômicas com a OMC, mas que a situação mudou. Agora Amorim é um dos principais atores na busca de uma conclusão do empacado Ciclo de Doha sobre a liberalização do comércio mundial.

Já em suas páginas internas, Le Monde elogia a economia brasileira. O vespertino relata que apenas no primeiro trimestre desse ano o Produto Interno Bruto do país cresceu 9.84% e que quase um milhão de empregos foram criados no Brasil nesse período. Resultados de uma economia aquecida pelo consumo interno, impulsionado pelos 25 milhões de brasileiros que integraram a classe média na ultima década.

Le Monde alerta, no entanto, para um risco superaquecimento da economia brasileira. O jornal explica que o grande desafio para o país agora é controlar a sua inflação, a pior inimiga dos pobres, escreve o jornal francês, citando Lula.

O jornal francês lembra, ainda citando o presidente brasileiro, que o século 21 será o século dos países que não tiveram suas oportunidades. E diz ainda que já Lula, que se considera ainda na metade de sua carreira politica, ele poderá muito bem apresentar sua candidatura para o cargo de secretário-geral das Nações Unidas, em 2012.

Israel tentou vender Armas Nucleares para o Regime Racista da África do Sul nos anos 70.

Do Blog do Brizola Neto;