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sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Nova estratégia de Serra: Falar Mal do Brasil no Exterior e Tentar Botar na Conta de Lula a Política dos FHC-BOYS


Nova estratégia de Serra é falar mal do Brasil no exterior e tentar botar na conta de Lula justamente o que o FHC e a gangue dos FHC-Boys, com ele na liderança, fizeram ao país: desindustrialização e populismo cambial.

Mas no exterior o público não é tão otário quanto nas entrevistas do PIG e logo mandaram um recado para Serra: #Porquenaotecallas ?

Reportagem da ditabranda:

O candidato derrotado à Presidência, José Serra (PSDB), acusou o presidente Lula de desindustrializar o país e adotar um "populismo" de direita em matéria econômica.

O comentário do tucano foi feito ontem durante um seminário em Biarritz, sul da França, sobre as relações entre a América Latina e União Europeia.

O ex-governador de São Paulo afirmou que o país está "fechado para o exterior" porque passa por um "processo claro de desindustrialização". Ele criticou os investimentos do governo federal e a alta carga tributária do país.

"É um governo populista de direita na área econômica", atacou Serra. Para o tucano, o presidente Lula exerce um "populismo cambial" e não tem um modelo econômico definido.

Segundo Serra, ele não pôde expor essas ideias do jeito que gostaria durante a campanha eleitoral, na qual foi derrotado pela candidata governista, Dilma Rousseff (PT).

"A democracia não é apenas ganhar as eleições, é governar democraticamente", disse.

O sistema de orçamento participativo, uma das marcas das administrações municipais do PT, na qual o contribuinte decide sobre a destinação de parte dos impostos, também foi criticado pelo candidato derrotado.

Serra também comentou as ações brasileiras na política externa. Ele acusou o país de se "unir a ditaduras como o Irã". Nesse momento, o tucano foi interrompido por um membro da Fundação Zapata, do México, que gritou "por que não te calas?", provocando um alvoroço na sala.

A frase se tornou conhecida depois de o rei Juan Carlos, da Espanha, dirigi-la ao presidente da Venezuela, Hugo Chávez, durante a Cúpula do Chile, em 2008.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Para Nosferatu, deficiente não tem lugar na escola pública.


Quem viu o último Debate da Bandeirantes, viu que José Serra, também conhecido como “o coisa que se manifesta por espectro” (segundo testemunho de Ciro Gomes) defendeu que o Estado transfira sua responsabilidade de oferecer educação de qualidade portadores de deficiêcia para as APAES (Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais) . Bem típico da “política social tucana”, que é a política “Pôncio de Pilatos”, de lavar as mãos.

Essa declaração infeliz de Serra, mais uma entre muitas, foi imediatamente repudiada pela Federação Nacional das Associações dos Portadores de Síndrome de Down, que acusou Serra de querer instaurar o Apartheid Social, separando aquelas pessoas que o grão-tucano considera “normais”, daquelas que ele considera “anormais”. Clique aqui para ler.

Provavelmente estimulada pela polêmica criada em torno dos absurdos que seu candidato disse, a Ditabranda resolveu publicar hoje uma matéria na qual afirma que os pais dos deficientes são os responsáveis pela exclusão de seus filhos na escola pública, pois eles acham que seus filhos não vão aprender ali.
Como de costume, a Ditabranda acha que o povo é burro e só lê manchete. Quando, na verdade, os próprios dados que eles oferecem comprovam o contrário. Em primeiro lugar, 68% dos deficientes estudam em escolas regulares. Dos 32% que não freqüentam, 53% dos pais acham que é porque o filho não tem condições de aprender na escola normal. Ou seja, 17% dos pais de deficientes acham que o filho é incapaz de aprender na escola normal.

Porém, o que o jornal deveria se perguntar é quem bota na cabeça dos pais que seus filhos são incapazes de aprender? Uma boa pista é dada pela história de Kaio, de 8 anos que tem seqüelas de uma paralisia cerebral que teve ao nascer. O pai de Kaio o levou a 5 escolas públicas de São Paulo, sob a administração do PSDB há 16 anos, e disseram sempre para ele que a escola não tinha condições de receber seu filho, que ele precisaria procurar um outro lugar. Somente na 6ª escola ele foi aceito. (clique aqui para ler).

domingo, 15 de agosto de 2010

Um Candidato Tem Muito a Esconder Sobre Seu Passado.


O mistério da fuga de Serra para os Estados Unidos

A biografia de José Serra (PSDB/SP) tem uns buracos difíceis de explicar.

Após a implantação da ditadura no Brasil, ele fugiu para o Chile.

Em 1973, quando houve o golpe de Pinochet no Chile, com apoio da CIA (Agência de Inteligência dos EUA), ele fugiu do Chile justamente para os Estados Unidos, que apoiou o golpe chileno.

É preciso entender que nesta época era em pleno governo Nixon, com a política estadunidense de apoio às ditaduras militares, na época de Kissinger. Até John Lennon estava ameaçado de expulsão dos EUA nesta época.

Como Serra conseguiu o green card nos EUA, se ele era "de esquerda"? Como ele se sustentou lá? Como ele conseguiu estudar nas caras Universidades estadunidenses? Ainda mais sem ter o diploma de Bacharel em Economia? E quem pagou essa conta, já que ele diz que o pai não era rico?

É um dos mistérios mais bem guardados da política brasileira.

É bastante improvável que um latino-americano exilado, realmente de esquerda, escolhesse os EUA como destino, nesta época. E se escolhesse, soa estranho encontrar facilidades de permanência, inclusive financeiras.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Serra Mente Sobre o FAT: "A única coisa que o Serra criou foi o desemprego".




Serra não criou o Seguro Desemprego e foi contra vários projetos a favor dos trabalhadores na Constituinte de 1988

Do Jornal Hora do Povo

José Serra (PSDB) está mentindo quando diz que criou o FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador) e tirou do papel o Seguro Desemprego. Ele não só não criou nada do que diz como votou contra os trabalhadores na Constituinte. Por isso foi reprovado pelo Diap (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar).

O Seguro Desemprego foi criado em 1986, quando Sarney ocupava a Presidência. Foi instituído pelo decreto-lei nº 2.284, de 10 de março de 1986. Passou a ser concedido aos trabalhadores após a sua regulamentação, que ocorreu 40 dias depois, pelo decreto nº 92.608, de 30 de abril do mesmo ano. Já o FAT foi criado em 1988 pelo ex-deputado federal Jorge Uequed /PMDB-RS.

Serra realmente apresentou um projeto sobre o FAT. Ele foi apresentado sete meses depois do projeto de Jorge Uequed. Em 5 de maio de 1989. O projeto de Serra recebeu o número 2.250/1989. Só que na sessão de 13 de dezembro de 1989, ele foi considerado prejudicado pelo plenário da Câmara dos Deputados devido a aprovação do projeto de Jorge Uequed.

O Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) deu nota 10 para Jorge Uequed. O mesmo Diap, como dissemos, reprovou Serra. Deu nota 3,75 para o atual candidato tucano. No primeiro turno da Constituinte ele tirou nota 2,50 e no segundo turno, por se ausentar em várias votações em que havia votado contra, levou nota 5,0, o que lhe deu média de 3,75. Ou seja, o candidato tucano foi reprovado pelo órgão de assessoria dos trabalhadores porque na Constituinte votou contra os sindicatos e serviu de porta-voz dos especuladores, dos tubarões e de açambarcadores de todo tipo.

Serra votou contra a redução da jornada de trabalho para 40 horas; negou seu voto pelo direito de greve ao servidor público; negou seu voto pelo abono de férias de 1/3 do salário; negou seu voto pelo aviso prévio proporcional; negou seu voto pela estabilidade do dirigente sindical; negou seu voto para garantir 30 dias de aviso prévio; negou seu voto pela garantia do salário mínimo real; votou contra a implantação de Comissão de Fábrica nas indústrias; Serra também se absteve em relação à licença paternidade e disse não à nacionalização das reservas minerais.

Diante de sua insistência em afirmar que “veste a camisa do trabalhador” e que foi ele que criou o FAT e “tirou o Seguro Desemprego do papel”, algumas pessoas pensaram: “Se Serra criou o Seguro Desemprego só pode ter siso porque planejava aumentar o desemprego”. Mas, agora que foi desmascarada a mentira da criação do FAT e do Seguro Desemprego, o que fica é que ele planejou mesmo foi só o desemprego. Durante sua passagem pelo Ministério do Planejamento de FHC, milhões de trabalhadores perderam o emprego no Brasil. Depois das privatizações e do arrocho que devastaram a economia do país, Serra, para disfarçar, inventou algumas mudanças perfunctórias nas regras para a obtenção do seguro. Aboliu a exigência de comprovação de 15 meses de trabalho registrado.

O deputado Vicente Paulo da Silva - Vicentinho (PT-SP) também afirmou que Serra está mentindo ao dizer que criou o FAT e o Seguro Desemprego. “Nem o FAT nem o Seguro Desemprego são criações do Serra”, afirma o deputado, que é ex-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo e Diadema e ex-presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT). “Ele não pode usar a mentira como expediente para se promover e alavancar a sua candidatura, pois ele vai perder mais credibilidade. Ainda mais hoje em dia que, graças à internet, tudo é descoberto rapidamente” denunciou o deputado. Realmente, nós ficamos sabendo, por exemplo, que foi Serra, como relator da Comissão do Sistema Tributário, Orçamento e Finanças da Constituinte, que acabou com a cobrança do ICMS do Petróleo na origem, prejudicando o Rio de Janeiro e vários outros estados produtores.

SÉRGIO CRUZ